No vazio de uma sala cheia
com a ausência até mesmo da própria solidão
Num precipício sem fundo
Não se joga.
Não se cai.
Prende se ao passado, quer o presente
Sente a alegria passada rindo da infelicidade que se instala em sua alma
E a cabeça a viaja num mar de imagens
um mosaico de memórias
um passado presente, num futuro passado
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