Não espere perder pra depois dar valor, eu sei isso é clichê, clichê demais, mas eu sou bem clichê, desculpa, mas certos fatos que acontecem ao meu redor me deixam cada vez mais certa de que a verdade se esconde em clichês que as pessoas já cansaram de ouvir por ai, mas nunca realmente deram atenção.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Prazer, Clichê
Não espere perder pra depois dar valor, eu sei isso é clichê, clichê demais, mas eu sou bem clichê, desculpa, mas certos fatos que acontecem ao meu redor me deixam cada vez mais certa de que a verdade se esconde em clichês que as pessoas já cansaram de ouvir por ai, mas nunca realmente deram atenção.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
A Historia da Bicicleta
Todos nos temos nossos traumas particulares, e nós gostamos tanto deles que não nos deixamos passar por cima deles e vencê-los. Quando eu era criança adorava andar de bicicleta, até que um dia eu perdi o controle e bati contra um carro parado, foi engraçado aos olhos alheios, como alguém consegue bater num carro quando este está parado? Eu consegui, e ri, mas no fundo era vergonhoso, a verdade que me rodeia é que eu sempre fui desastrada, andei algumas outras vezes de bicicleta mas poderia encontrar um carro parado em alguma esquina então resolvi cancelar minhas andanças ciclísticas. A bicicleta foi uma coisa que abandonei por trauma, posso dizer que sim, mas acredito que todos nos temos uma bicicleta querendo ser desafiadas dentro de si.
Se eu amasse a bicicleta eu teria tentado de volta, eu teria conseguido, eu seria uma ótima ciclista, hoje eu tremo de pensar que um dia eu vou dirigir um carro. Trauma é o nome que damos pras coisas que não queremos tentar superar, muitas vezes pelo medo de conseguir superar, por medo de superar o medo, não quero tentar andar sem bater em carros na rua, porque sei que consigo, mas estou acomodada em dizer que tenho “trauma de bicicletas”, algumas pessoas tem traumas da felicidade, possuem medo de serem felizes, daqueles instantes em que a felicidade nos invade como êxtase, sentem medo de conquistar um amor, ou até mesmo de se livrar de um, sentem medo de viver sem algo ou alguém, mas no fundo sabem que conseguem, sentem medo de perder a segurança que o ”trauma” lhes trás, sentem medo porque sabem que são mais fortes do que pensam, sentem medo que os outros descubram essa força toda. No fundo tudo é acomodação.
Bem, é tarde pra mim pegar a minha bicicleta e sair dar uma volta pela cidade,e passar por vários carros sem bater neles, sem cair, pois vendi minha bicicleta na semana passada, mas eu garanto que tem muita bicicleta aos alcances de vocês, e que vocês estão perdendo tempo lendo isso e deixando de ir atrás delas.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
E quando tudo parecer difícil e impossível de se alcançar, eu estarei lá, pra pegar na sua mão e rir do caos que nos cerca, e quando o sol se for e a chuva cair, eu vou estar lá para me envolver em seus braços, e te fazer sorrir.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
E eu te imagino a todo instante
Em gostos,
Gestos e falas
Te puxo pela mão e te tiro para dançar
Me embalo junto ao teu corpo
Perco-me nos teus braços
De muitos abraços para me dar
E me encanta a cada dia essa vontade de querer mais
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
viver mais, não voltar, sem olhar pra trás
Eu ando vivendo mais, e escrevendo menos, eu ando com menos medo de errar, quem sabe eu esteja cometendo inúmeros erros aos olhos alheios mas isso não me importa mais, eu vejo a luz do sol ao nascer e durmo com a proteção da lua no meu próprio paraíso, que eu criei para mim e para você. Só é preciso fechar os olhos.
Feche os olhos e sinta o perfume no ar, o som a te rodear, a bela melodia do silencio, e nossas mentes a girar, o mundo lá fora me chama, me pede colo e eu não posso negar.
Eu to indo abraçar o mundo e não vou voltar!
domingo, 20 de novembro de 2011
É, a vida as vezes me parece tão difícil de se acompanhar, quem sabe meu erro tenha sido nunca ter consigo me entregar, eu sei que não é tarde pra nada, ainda posso me reencontrar, te reencontrar, a minha insegurança me impede de querer um pouco mais, é tanta coisa que acabo me prendendo ao chão, e sem querer, te deixo sair por aquela porta sem nem ao menos lhe falar, dizer, explicar o que eu ainda não entendo...
domingo, 23 de outubro de 2011
Num faz de conta
Faz de conta que te odeio, que não suporto esse teu cheiro, que fica na minha roupa enquanto você me abraça, faz de conta que não percebe o quanto essas cores no seu rosto me fascinam, faz de conta que não me importo se você vai ir ou vai ficar, fingi que não percebe o quanto a sua presença mesmo distante me deixa em paz (...)
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